sexta-feira, 10 de junho de 2011
Além de darwinista, Veja é “gayzista”
Se a imparcialidade é um alvo impossível para a imprensa, pelo menos a coerência e a honestidade deveriam ser esperadas dela. Ao passo que a revista Veja prega a tolerância aos homossexuais e o combate à homofobia (no que não está errada), vive atacando os criacionistas e defensores da teoria do design inteligente. Ou seja, a tal tolerância é seletiva. Veja se mostrou darwinista muitas vezes em sua trajetória editorial, agora, com a matéria de capa desta semana, deixa claro que também é “gayzista”. A matéria em questão é mais uma parte da bem orquestrada campanha para adestrar jovens a ver como normal aquilo que originalmente não deveria ser. O controvertido filósofo Júlio Severo afirma em seu site que “os adolescentes vivem um contexto social hoje onde a mídia de massa, o governo e as escolas impõem o homossexualismo como normal. Qual deveria ser o resultado? Veja falou do efeito, mas não falou das causas, nem dos causadores. Veja foi incapaz ou inepta de ver os jovens entrevistados como vítimas de propaganda. Será que devo me fazer de inocente e insinuar que Veja não sabe de nada e que Veja não tem parte nenhuma nessa propaganda?”
Severo compara: “O mesmo tipo de propaganda, quando era direcionado para favorecer o comunismo na União Soviética, produziu mais adolescentes que se assumiam comunistas e que viam o comunismo como normal. O mesmo tipo de propaganda, quando era direcionado para favorecer o nazismo na Alemanha da década de 1930, produziu mais adolescentes que se assumiam nazistas e que viam o nazismo como normal. O mesmo tipo de propaganda, que agora é direcionado para favorecer a ideologia homossexual, fará o que entre os adolescentes? Diminuição no desejo de assumir a homossexualidade?”
E ele aponta também a ironia: “Na Alemanha nazista, era moleza um adolescente se assumir nazista, mas ai dele se dissesse que era contra o nazismo! Na União Soviética, era moleza um adolescente se assumir comunista, mas ai dele se dissesse que era contra o comunismo! No Brasil socialista e esquizofrênico de Lula, é moleza um adolescente se assumir homossexual, mas ai dele se disser, na escola ou num programa de TV, que é contra o homossexualismo!”
Nessa de normalizar o anormal, já li nas páginas de Veja (e outras publicações, como a Superinteressante, por exemplo) que o adultério é normal e aceitável porque o homem foi “projetado” pela evolução para espalhar seus genes a torto e a direito. E a mulher darwinista não tem que reclamar disso, nem de seu papel de parideira. Será que daqui a algum tempo vão criar a lei da “adulteriofobia”, alegando que os “adúlteros normais” estão sendo discriminados? Eles também poderão alegar que nasceram assim e que temos que aceitá-los como são. E ainda poderão apelar para a ciência evolucionista a fim de se justificar.
Pior mesmo são as tentativas furadas de explicar evolutivamente o homossexualismo. Nenhuma convence. Sim, porque se todos fossem homossexuais, o grande imperativo da procriação estaria ameaçado.
Deus criou Adão e Eva, não Adão e João ou Eva e Maria. Na complementaridade dos diferentes é que surge “uma só carne”. Mas, como para a imprensa secular a criação é história da carochinha, “normal” é termos surgido por acaso; normal é unir côncavo com côncavo e convexo com convexo.
A tolerância ensina que devemos aceitar o diferente, o que não significa que não possamos discordar disso e manifestar educadamente nossa discordância – tanto do diferente quanto da estratégia de normalização do diferente.[MB]
Postado por
Sandro Espindola
às
10:41
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
quinta-feira, 9 de junho de 2011
O alto preço da pornografia
A pornografia é um negócio grandioso. Com rendimentos anuais excedendo aos 13 bilhões de dólares nos Estados Unidos e 97 bilhões ao redor do mundo, a indústria pornográfica é maior do que a Microsoft, Google, Amazon, eBay, Yahoo!, Apple, Netflix e EarthLink juntas. Claramente, o apetite por obscenidade é voraz. Mas seria isso ruim? Muitos diriam que não. De acordo com as pesquisas do Barna Group, 38% dos adultos acreditam não haver qualquer imoralidade em ver material de sexo explícito. Além disso, aproximadamente um a cada quatro acredita que não deveria haver restrições quanto à pornografia ou ao seu acesso, a despeito de seu conteúdo impróprio para menores. Infelizmente, 28% dos cristãos “nascidos de novo” acreditam que, mesmo com o que está escrito em Mateus 5:28, não há nada de errado em ver pornografia. O mais triste é descobrir que por volta de 50% dos cristãos e 40% de seus pastores admitem ter problemas com a pornografia. Sob tudo isso está o conceito de que a pornografia seja uma relação particular entre um provedor do mercado livre e seus consumidores. Diferente de outras formas de atividade sexual como a prostituição, o adultério ou o estupro, as consequências negativas, em qualquer das citadas, são apenas vivenciadas pelo usuário. Ainda que a pornografia possa não ser saudável, de acordo com o ponto de vista social, tem pouca ou nenhuma importância. Quanto a todas as preocupações excessivas dos grupos religiosos e conservadores, essa está ultrapassada e inapropriada. Contra tais noções, está a evidência esmagadora da natureza destrutiva da obscenidade, não pelos usuários, mas pelos familiares e a sociedade.
Postado por
Sandro Espindola
às
11:02
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
O poder viciante dos romances e da pornografia
Matéria publicada no site Hypesciencemenciona as conclusões de Kimberly-Sayer Giles a respeito da influência dos romances sobre as mulheres e da pornografia sobre os homens: “Os homens são muito visuais, e ver pornografia produz uma droga que leva à euforia no corpo. Essa droga é a razão pela qual a pornografia se torna viciante. Quando a elevação natural desaparece, o homem se sente deprimido (como acontece com qualquer droga) e tem vontade de passar pelo processo novamente. As mulheres são mais estimuladas por livros de romance do que por sexo. Então, quando elas leem histórias românticas (e nem precisam ter romance tão explícito assim), elas podem experimentar a liberação da mesma substância química viciante.” Giles sugere que quem se deixa influenciar demais por romances deveria “simplesmente escolher um tipo diferente de livro”.
Como a pornografia e a leitura de romances (do tipo novela) podem se tornar um vício, o “tratamento” recomendado é o mesmo para pessoas viciadas em álcool, cafeína ou outras drogas: abstinência, substituição e vigilância. No caso dos leitores de romances, como sugere Giles, o melhor caminho é substituir esses livros frívolos por outro tipo de leitura, quem sabe romances-reportagem (com histórias reais e relevantes), literatura edificante e livros cujo conteúdo traga aprendizado útil. A leitura deve sempre ser estimulada e traz muitas vantagens para quem mantém o hábito, mas devemos ter critérios de escolha bem estabelecidos. Livros se tornam verdadeiros companheiros e invadem nossa mente, introduzindo ali ideias, valores e pensamentos que, de uma forma ou de outra, acabam influenciando nossa visão de mundo e até mesmo nossos valores. Por isso, escolha bem seus “companheiros”.
Com respeito à pornografia, o conselho é o mesmo: fugir da tentação. Um alcoólatra em tratamento jamais deve pegar um copo de bebida ou mesmo entrar num local em que são vendidas bebidas alcoólicas. Aí está a vigilância. O viciado em pornografia também deve policiar seu comportamento. Deve evitar conteúdos (imagens, sons, textos) que estimulem pensamentos eróticos e encher a mente de conteúdos puros e edificantes: oração e estudo da Bíblia são o melhor “firewall”. Se a tentação está na locadora, não vá lá. Se é o computador, tome providências para não navegar sozinho.
O conselho é antigo, mas nunca foi tão atual: “Aqueles que não querem ser presa dos ardis de Satanás devem bem guardar as entradas da alma; devem evitar ler, ver, ou ouvir aquilo que sugira pensamentos impuros. A mente não deve ser deixada a divagar ao acaso em todo o assunto que o adversário das almas possa sugerir” (Ellen G. White, Mensagens aos Jovens, p. 285). E lembre-se: “Submetam-se a Deus. Resistam ao diabo, e ele fugirá de vocês” (Tg 4:7).[MB]
Postado por
Sandro Espindola
às
10:12
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Parada Gay se apropria de temas cristãos
A 15ª Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, considerada a maior do mundo, já começa a render polêmica nesta edição. Pela primeira vez, o evento se apropriou de uma citação religiosa - e contará com representantes de um grupo religioso desfilando na Avenida Paulista, no dia 26. A relação do preconceito com a religião é o tema deste ano: “Amai-vos uns aos outros: basta de homofobia!” Uma carta lida ontem na coletiva de abertura do evento explicou a citação, típica do universo cristão. “Respeitosamente, nos apropriamos dela para pedir fim à guerra travada entre religião e direitos humanos”, dizia o manifesto. “O País está sendo vítima de um sistema fundado em uma moral religiosa, mas este é um recado direto para toda a sociedade brasileira”, disse o presidente da Parada, Ideraldo Beltrame. A carta cita que 260 gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais foram mortos em 2010 por crimes de ódio, conforme dados do Grupo Gay da Bahia.Reverendos e seguidores da Igreja Anglicana do Brasil, além de fiéis de outras religiões, vão participar da passeata ao lado de gays, lésbicas, bissexuais, transgêneros e simpatizantes. O grupo deverá ter um trio elétrico próprio. “Duzentas pessoas, entre protestantes, anglicanos, metodistas e luteranos, devem estar no carro”, disse Beltrame, seguidor da Igreja Anglicana. Budistas e hinduístas também foram convidados.
“O trio deve chamar ‘O amor lança fora todo o medo’, que é o que a gente prega”, espera Ester Lisboa, fiel da Igreja Anglicana que ajuda a organizar o desfile. A mensagem estará estampada em camisetas usadas pela comitiva, que trarão no verso a frase “religiosos e religiosas contra a homofobia”.
Reações. As reações ao tema não demoraram. O site oficial da Parada foi hackeado no fim da tarde de ontem. Em destaque na página inicial do site consta a frase “DEUS CRIOU O HOMEM E A MULHER, NÃO EXISTE TERCEIRA OPÇÃO! (SITE HACKEADO!)”. Logo abaixo lia-se “COMMAND TRIBULATION! SITE HACKEADO, APAIXO PL122!”. O PL122, ao qual o texto se refere, é o projeto de lei que visa a tornar crime a homofobia. Quem acessa o link encontra uma citação bíblica creditada a Romanos 1 e a frase “O salário do pecado é a morte!”. [...] [Detalhe: antes de fazer meu comentário, abaixo, deixo claro que é condenável a atitude desses hackers que pensam que são cristãos, e que ter inclinações homossexuais não é necessariamente pecado; pecado, segundo a Bíblia, é se entregar à prática e aos relacionamentos sexuais homossexuais – assim como o desejo sexual de um heterossexual, em si, também não é pecado, mas a concupiscência, a fornicação, o adultério e a pedofilia, sim. – MB.]
(Estadão)
Nota: É mais do que claro que é deplorável a violência praticada contra homossexuais (contra qualquer ser humano, na verdade). Mas por que quase ninguém fala dos cristãos que vêm sendo mortos em países intolerantes? Por que ninguém fala que geralmente não são os cristãos que praticam violência contra homossexuais? (Eles são mortos em países islâmicos e foram assassinados pelo darwinista Hitler.) Por que a mídia quase não fala que, para defender o direito dos gays, os legisladores acabarão proibindo de se expressar aqueles que discordam do estilo de vida homossexual, como se isso fosse homofobia? Não concordo com o uso da frase dita por Jesus numa parada caracterizada por obscenidades, mas posso ser taxado de homofóbico simplesmente por discordar disso... Em matéria publicada no Terra, Beltrame diz: “O País está sendo vítima de um sistema fundado numa moral religiosa, mas este é um recado direto para toda a sociedade brasileira. Usamos a frase como tema – ‘amai-vos uns aos outros’ para descontextualizá-la (do sentido cristão).” Que direito têm eles de descontextualizar a frase dita por Jesus? No contexto cristão, o amor pregado por Jesus é phileo, ou seja, o puro amor entre irmãos e amigos. Portanto, nada tem que ver com a conotação erotizada e pervertida observada nessas paradas gays. O País não está sendo vítima de “um sistema fundado numa moral religiosa”. Está sendo vítima de pessoas intolerantes que se dizem cristãs e de pervertidos que querem institucionalizar a libertinagem, não simplesmente a liberdade. Ainda de acordo com Beltrame, a carta aberta [que eles vão divulgar] é direcionada a toda a sociedade, “para deixar bem claro a exigência de um Estado laico, democrático e moderno, que busca entender que todas as pessoas são iguais”. Isso é conversa mole! Estado democrático?! Todas as pessoas são iguais?! Se levadas adiante as ideias e planos dos gays intolerantes, os cristãos serão confinados nos guetos de suas igrejas, amordaçados e impedidos de manifestar sua opinião, ainda que o façam pacificamente.[MB]
Postado por
Sandro Espindola
às
10:08
1 comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Assinar:
Postagens (Atom)


